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domingo, 23 de maio de 2021

Devemos orar pelos mortos ?

 É correto orar pelos mortos ?

 

Dia de Finados: o que significa e por que é celebrado em 2 de novembro? -  Segredos do Mundo 


O fato de que a alma dos crentes vai imediatamente para a presença de Deus significa que nós não devemos orar pelos mortos. Embora a oração pelos mortos seja ensinada no livro apócrifo de II Macabeus 12:42-45, em lugar algum da Escritura isso é ensinado. 

 

Além disso, não há indicação alguma de que essa tenha sido a prática dos cristãos no tempo do Novo Testamento, nem deveria ter sido. Uma vez que os crentes morrem, entram na presença de Deus e ficam no estado de alegria perfeita com Ele. A recompensa celeste final será baseada em atos praticados nesta vida, como a Escritura repetidamente testifica ( 1ª Co. 3:12-15; 2ª Co 5:10; etc.). 

 

Ademais, a alma dos descrentes que morrem vai para o lugar de punição e de eterna separação da presença de Deus. Não seria bom orar por eles também, visto que o destino final deles é estabelecido por seus pecados e por sua rebelião contra Deus nesta vida. 

 

Em outros dois usos do Novo Testamento, a palavra Paraíso significa “céu” em 2ª Coríntios 12:4 é o lugar ao qual Paulo foi arrebatado em sua revelação do céu, e em Ap. 2:7 é o lugar onde encontramos a árvore da vida. 

 

Orar pelos mortos, portanto, é simplesmente orar por algo que Deus nos disse que já foi decidido. Além disso, ensinar que devemos orar pelos mortos ou incentivar outros a fazer isso seria encorajar a falsa esperança de que o destino das pessoas pode ser mudado após a morte delas, algo que a Escritura não nos orienta a fazer em lugar algum.

 

CONCLUSÃO

Sobre tudo, não existe mudança de estado de espírito após a morte, já que a Bíblia diz que após a morte segue-se o juízo/julgamento, ou seja, a oração pelos mortos além de ineficaz é antibíblica conforme Hebreus: 

 

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.

Hebreus 9:27

acréscimos meus

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,

Hebreus 9:27

 

Extraído

Céu e Inferno - Para onde vão os que morrem ? 
Série Desvendando
Edição 
Centro Apologético Cristão de Pesquisas – CACP
O Autor - Pr. João Flávio Martinez 
Presidente  do CACP

 

"...sabendo que fui posto para defesa do Evangelho"

Filipenses 1:17

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Jesus é menor que Deus Pai ?

  JESUS É DEUS ?




Um dos textos preferidos usados pelos falsos mestres com o intuito de tentar negar a divindade de Jesus, encontra-se no Evangelho de João 14:28 que diz: 


Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu.

João 14:28


Entretanto, esse texto não está falando de natureza, mas sim de POSIÇÃO. Se esquecem que Jesus tem duas naturezas: Uma divina e outra humana e por ocasião da Encarnação o Verbo se esvaziou não da sua Divindade, mas das suas prerrogativas.

Paulo fala aos filipenses que quando Jesus esteva na Terra não apegou-se às prerrogativas da divindade para vencer o diabo, mas aniquilou-se a si mesmo, fazendo-se semelhante aos homens, (F1 2.5-8).

Como homem tinha uma certa limitação pelo tempo e pelo espaço e portanto, submisso ao Pai. Eis a razão dele ter dito em João 14.28: “O Pai é maior do que eu”.

A humanidade de Cristo, ou seja, esta subordinação ao Pai dirigida pelo Espirito Santo, foi uma CONDIÇÃO para o seu messiado e isso não neutraliza a sua divindade.

Jesus tomou-se homem, porque o pecado entrou por um homem no mundo e pela justiça de Deus tinha que ser vencido por um homem; e como homem, Jesus submeteu-se ao Pai durante todo o tempo da sua vida terrena.

Se a expressão “O Pai é maior do que eu”, proferida pelo próprio Cristo, fosse um ensino bíblico que negasse a sua divindade, como querem os inimigos do Evangelho, seriamos obrigados a aceitar Jesus como inferior até mesmo aos anjos, pois está escrito em Hebreus 2.9, que fora feito um pouco menor do que os anjos.

O texto de João 14.28 não invalida a deidade do Filho. Trata-se de uma missão terrena na direção do Espírito Santo e na submissão espontânea que ele assumiu com o Pai.


Vejamos o comentário da Bíblia Apologética sobre João 14:28, páginas 1211 e 1212.


"Jesus estava falando como homem (Fp 2.6). A humanidade de Cristo, ou seja, sua subordinação ao Pai. dirigida pelo Espírito Santo, foi uma condição para o seu messianismo, mas isso não é contra a sua deidade. Jesus se tornou homem e, como homem, submeteu- se ao Pai durante todo o tempo de sua vida terrena. Abdicara de sua condição de viver como Deus e passara a viver como homem. Como Deus, Jesus era igual ao Pai (14.9-11): como homem, era menor que o Pai (1.14). 


Se a expressão “o Pai é maior do que eu", proferida pelo próprio Cristo, fosse um ensino bíblico que negasse sua divindade, seriamos obrigados (e também as próprias Testemunhas de Jeová) a aceitar Jesus sendo inferior até mesmo em relação aos anjos, pois está escrito: 

“Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que. pela graça de Deus, provasse a morte por todos" (Hb 2.9).


Se os adeptos dessa seita admitem que o Filho é inferior ao Pai, por causa dessa expressão de Jesus, são também compelidas a declarar que Jesus é Inferior aos anjos, pois é isso que o texto de Hebreus expressa. No entanto, declaram que o Filho é superior aos anjos. 


Em Lucas 2.51, está registrado: “E era-lhes [Jesus] sujeito [seu pais]". Ensinam, porém, que os pais de Jesus eram superiores a Ele? Absolutamente. Então, fica provado que o texto em referência não invalida a deidade do Filho. Ao contrário, trata- se de uma missão terrena na direção do Espírito Santo e na submissão espontânea assumida por Jesus diante do Pai. O texto não fala de natureza, mas de posição (Fp 2.6-8).


No importante documento intitulado Tomo de Leão (V. apêndice), que foi bispo de Roma (440-461), parte 3, lemos: "Assim, intactas e reunidas em uma pessoa as propriedades de ambas as naturezas, a majestade assumiu a humildade, a força assumiu a fraqueza, a eternidade assumiu a mortalidade e para pagar a dívida de nossa condição, a natureza inviolável uniu-se à natureza que pode sofrer. Desta maneira, o único e idêntico Mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, pôde, como convinha à nossa cura, por um lado, morrer e, por outro, não morrer".

Na parte 4, destaca-se o seguinte: "Neste mundo fraco entrou o Filho de Deus. Desceu do seu trono celestial, sem deixar a glória do Pai, e nasceu segundo uma nova ordem, mediante um novo modo de nascimento. Segundo uma nova ordem, visto que invisível em sua própria natureza, se fez visível na nossa e, Ele que é incompreensível, se tomou compreendido; sendo anterior aos tempos, começou a existir no tempo; Senhor do Universo, revestiu-se de forma de servo, ocultando a imensidade de sua excelência; Deus impassível, não se horrorizou de vir a ser carne passível; imortal não, recusou às leis da morte


Segundo um novo modo de nascimento, visto que a virgindade, desconhecendo qualquer concupiscência, concedeu-lhe a matéria de sua carne. O Senhor tomou, da mãe natureza, não a culpa. Jesus Cristo nasceu do ventre de uma virgem, mediante um nascimento maravilhoso.


“O fato do corpo do Senhor portentosamente não impediu a perfeita identidade de sua carne com a nossa, pois Ele que é verdadeiro Deus é, também, verdadeiro homem. Nesta união não há mentira nem engano. Correspondeu-se numa unidade mútua humildade do homem e excelsitude de Deus. Por ser misericordioso, Deus [divindade] não se altera; por ser dignificado, o homem [humanidade] não é absorvido. Cada natureza [a de Deus e a de servo] realiza suas próprias funções em comunhão com a outra.


O Verbo faz o que é próprio do verbo; a carne faz o que é próprio da carne; uma fulgura com milagres; o outro submete-se às injúrias. Assim como o Verbo não deixa de morar na glória do Pai, assim a carne não deixa de pertencer ao gênero humano (...) Portanto, não cabe a ambas as naturezas dizerem: 


'O Pai é maior do que eu' ou 'Eu e o Pai somos um', ainda que em Cristo nosso Senhor haja só uma pessoa, Deus-homem. O princípio que comunica a ambas as naturezas as ofensas é distinto do principio que lhes toma comum a glória".

Bíblia Apologética, pág 1220, 1221


CONCLUSÃO


Todos os atributos exclusivos de Deus-Pai, como Onipotência, Onisciência e Onipresença se aplicam à pessoa de Jesus Cristo, verdade que pode ser comprovada pelos vários textos bíblicos que corroboram a divindade de Jesus.

Um sistema religioso que diz crer na Bíblia e que diz a ensinar, mas que se vale de manobras para distorcer todos os textos bíblicos que provam a divindade de Jesus, numa tentativa infantil para tentar negar a divindade de Cristo, isolando textos bíblicos e desconsiderando todo um contexto, não pode ser levado a sério, pois se vale de uma hermenêutica desonesta.


Os primeiros cristãos sabiam que o Senhor Jesus era Deus, a igreja primitiva nos primeiros séculos do cristianismo temerosos das perseguições que sofriam deixavam sua marca para mostrar que ali havia uma comunidade cristã. O peixe era o símbolo do Senhor Jesus. 

Na língua grega a palavra peixe é ΙΧΘΥΣ 

Cada uma das letras desta palavra forma o seguinte conforme a imagem abaixo:


Extraído do Livro: "Como responder as Testemunhas de Jeová"
por Esequias Soares da Silva 


A divnidade de Jesus é uma doutrina muito bem alicerçada nas Escrituras. 


"...sabendo que fui posto para a defesa do Evangelho". 

Filipenses 1:17 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

O PECADO VENCEU A DEUS ?

 O CALVINISMO ESTÁ TE ENGANANDO



O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, como sabido, é um teólogo calvinista, que publicou muitas obras que ficaram conhecidas no meio evangélico.

Em uma de suas publicações nominada de "Interpretando o Novo Testamento Primeira Carta de João", é dito textualmente que Cristo não é o Salvador de todos os homens, como apresentado no gráfico acima. 

Este blog, já trouxe a devida refutação ao artigo do Reverendo em outra oportunidade. Clicando no link abaixo você pode conferir o artigo:



Contudo, achei pertinente me aprofundar mais um pouco, provando assim a incoerência daquele teólogo, e deixando claro o ensino cristalino das Escrituras; de que Jesus SIM, é o Salvador da humanidade e que o Calvinismo não pode ser levado a sério. 

É importante frisar aqui, que o espantalho criado por calvinistas que acusa o Arminianismo de ensinar o Universalismo, é uma falácia. Olson comenta em sua obra; que nem todas as pessoas são salvas, não porque suas punições não foram sofridas por Cristo, mas porque rejeitam a anistia oferecida por Cristo por intermédio da sua morte substitutiva. (Teologia Arminiana - Mitos e Realidades, Roger Olson, Ed. Reflexão, pág 84).


 

Em sua obra, como já vimos, o reverendo usa como texto base, 1ª João 4:14, onde lemos o seguinte:


E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
1 João 4:14


É inacreditável como Augustus Nicodemus se utiliza de uma hermenêutica desonesta e de muita cambalhota teológica, a fim de negar o que texto sagrado diz claramente; Que Deus enviou Jesus para ser Salvador do mundo.

Entre tantos disparates proferidos pelo Mestre Calvinista, lemos as seguintes declarações em seus comentários sobre o referido texto:

"...Jesus Cristo é o Salvador do mundo no sentido em que salva pessoas deste mundo, e não o mundo todo".

E A GRANDE PÉROLA

“Cristo não é, de fato, o Salvador de todos os indivíduos da raça humana, e portanto não foi enviado com esse objetivo. Pois, se tivesse sido, sua missão não teria sido plenamente cumprida"


Analisando o comentário que ele faz do texto em tela, a verdade é que ocorre em suas palavras muita contradição. Em um momento Cristo é Salvador da humanidade, mas em outro momento Ele não é. Uma marca do Calvinismo: CONTRADIÇOES.

Deus não é Deus de confusão. Mas o objetivo é esse. Introduzir sorrateiramente a doutrina da EXPIAÇÃO LIMITADA, um dos pontos da TULIP.

O apóstolo Pedro advertiu que nos últimos dias, falsos doutores, introduziriam encobertamente heresias de perdição e negariam o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. (2 Pedro 2:1)



Assim como 1ª João 4:14 é muito claro nos revelando o objetivo de Cristo e o desejo de Deus, existem muitos outros textos que provam que o Reverendo Augustus Nicodemus não foi honesto quando comentou sobre o referido texto.

Para tanto, o Blog Oráculos Divinos, reproduzirá o comentário sobre 1ª João 4:14, feito por Russell Norman Champlin, em sua conceituada obra. 


Comentário sobre 1ª João 4:14


"E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo”.

 

"Antes segundo os termos neotestamentários, todos os homens são passiveis de redenção e isso através da fé ou fé-amor; que é a gnosis cristã. Deus está conosco (posição do teísmo) e é o Salvador, longe estando Ele de não se importar com os homens (que é a posição do deísmo).

 

Além disso, Deus salva os homens por intermédio de Cristo, o qual é o nosso Salvador, o único Mediador entre Deus e os homens e não um dentre muitos. (Ver 1 Tim. 2:5). Ver Jesus como o Salvador do mundo em João 4:42. Nesse caso, mundo indica a humanidade inteira e não apenas o sistema cósmico hostil (que transcende somente aos homens), conforme às vezes é empregado o termo «mundo» nesta epístola — ver 1ª João 4:5. Sem dúvida vemos aqui reflexo das antigas fórmulas de confissão cristã.

Ver: 1ª João 1:1,2 – 2:20-23 – 3:16 à 23 – 4 :2 e 5: 1 à 10b e 12 quantos usos similares.


Ver ainda Mateus 1:21 e as notas expositivas ali existentes acerca do tema Jesus como Salvador. As epístolas pastorais fazem o intercâmbio, entre Deus Pai e Deus Filho, do termo Salvador. Ver 1ª Tm. 1:1: 2:3 – 4:10 – Tito 1:3 – 2:10,13 e 3:4, acerca de Deus como Salvador. E ver 2ª Tm. 1:10; Tito 1:4; 2:13 e 3:6, quanto a Jesus como Salvador. Esse intercâmbio parece ter sido feito propositadamente.

 

Atividade missionaria inerente na teologia básica.

 

A própria confissão que os crentes são forçados a fazer, e que inclui a ideia da missão Salvadora de Cristo, força-os a proclamarem esse Salvador ao mundo que Ele veio remir. Os gnósticos, porém, falharam nessa tarefa porque tinham em pouca conta a missão salvadora de Jesus, o Cristo: e nós podemos falhar nessa tarefa por motivo de outras razões.

 

A preocupação missionária, observemos, não é algo a ser adicionado ao Evangelho e nem é algo que deva ser artificialmente despertado: pelo contrário, faz parte inerente do próprio propósito e ato de Deus — o Pai enviou seu Filho para ser salvador do mundo. (Hoon, in loc.).

 

[...] O grande alvo da redenção é a glorificação (ver Rom. 8:29,30), que é um processo eterno que nos levará a toda a plenitude de Deus (ver Ef. 3:19 e Col. 2:10 - 2ª Pd 1:4).[...] Disso é que consiste a salvação (ver notas expositivas a respeito em Heb. 2:3.  E isso é obra de Cristo, que é o Salvador do mundo. Porquanto a expiação no seu sangue é parte desse quadro, sem o que todo esse processo seria simplesmente impossível (ver 1ª João 2:2).

 

A missão de Cristo visa restaurar os homens à comunhão com Deus, comunhão essa que eles perderam: a restauração proporcionada por ele lhes confere a sua própria essência, de tal modo que se tornam filhos de Deus que estão sendo conduzidos à glória (ver Heb. 2:10 e ss.).

A missão de Jesus Cristo visa o mundo inteiro e não apenas alguns poucos indivíduos seletos, conforme pensavam erroneamente os gnósticos (ver 1ª João 2:2).

 

[Comentando ainda sobre o verso 9 deste capítulo, Champlin afirma que a palavra mundo usada no texto significa todos os homens]. (pág. 278)

 

Não está agora em foco o cosmos hostil, do qual os homens incrédulos participam; antes, o mundo é agora aquele composto por todos os homens, os habitantes desta esfera terrestre. Comparar isso com 1ª João 2:2, onde se lê que Cristo é a propiciação pelos pecados do mundo inteiro".

(grifos meus)


O NOVO TESTAMENTO INTERPRETADO

VERSICULO POR VERSICULO  - Russell Norman Champlin, Ph. D. – Editora Candeia, pág. 280,281.



Por fim, J.R.W. STOTT, M.A., em sua obra comenta sobre Cristo ser o Salvador do Mundo e corrobora o testemunho das Escrituras.

"O mundo significa a sociedade pecaminosa, alienada de Deus e sob o domínio do maligno (cf. 5:19). Sua urgente necessidade era ser resgatado do pecado e Satanás. E o Pai “amou ao mundo de tal maneira” (Jo 3:16) que enviou o seu Filho, Seu amado e único Filho, para ser o Salvador do mundo. O tempo perfeito do verbo (apestalken, literalmente “enviou”, como na RA), indica não apenas o evento histórico de enviar, mas o seu propósito e resultado, a saber, a salvação do mundo".


AS EPÍSTOLAS DE JOÃO por J.R.W. STOTT, M.A.

SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA e ASSOCIAÇÃO RELIGIOSA EDITORA MUNDO CRISTÃO, pág. 144


REFLEXÃO

Como podemos observar após minuciosa análise das Escrituras, Jesus SIM, é o Salvador de todos os homens, provando assim a inconsistência teológica de calvinistas.

É incrível como o PECADO trouxe apenas morte e condenação à TODOS, mas o AMOR DE DEUS e o sangue de Cristo não trouxeram vida e nem foi derramado por TODOS. 


Para calvinistas o poder do pecado é mais potente do que o sangue de Cristo e o amor de Deus. Ou seja, no Calvinismo o PECADO venceu a Deus.




Conclusão



O fato da Bíblia mostrar que Jesus é o Salvador do mundo, não significa que TODOS serão salvos ou que o Arminianismo defenda o Universalismo, ou ainda que; pelo fato de nem todos se salvarem, Cristo não seja Salvador do Mundo. 

Como diz Thomas Watson: "O sangue de Cristo tem poder SUFICIENTE para salvar todos os homens, mas seu poder é aplicado e EFICIENTE apenas aos que creem".


Por fim, Armínio faz a distinção entre redenção obtida e redenção aplicada em suas obras:


"Afirmo que é preciso fazer uma distinção entre a redenção obtida e a redenção aplicada, e declaro que ela foi obtida para o mundo inteiro, e para todos e cada um dos homens; mas ela foi aplicada apenas aos fiéis e aos eleitos".
(Obras de Armínio vol. 3, pág 536)





"...sabendo que fui posto para defesa do Evangelho".
(Filipenses 1:17)