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quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Nós, os salvos, nos reconheceremos nos céus?

 UMA PERGUNTA QUE POR INCRÍVEL QUE PAREÇA AINDA DEIXA MUITAS DÚVIDAS EM MUITOS CRISTÃOS 


Uma das grandes preocupações daqueles que perdem os seus entes queridos está relacionada à pergunta: “Nós, os salvos, nos reconheceremos nos céus?”

Começaremos a responder essa pergunta com uma pergunta retórica: “Há, na Bíblia, algum versículo que afirme, de forma clara, que nós, os salvos, não nos reconheceremos nos céus?” A resposta é: Não!

Ora, se não há nenhum versículo afirmando o contrário, pelo menos em princípio podemos dizer que temos a metade do problema resolvido. Resta-nos, portanto, examinarmos as Escrituras para saber se há alguma passagem a favor da ideia de que nós, os salvos, nos reconheceremos no céu.

Depois de algum tempo de pesquisa descobrimos pelo menos cinco passagens bíblicas que parecem favorecer a posição de que nós nos reconheceremos lá no céu. [ Da mesma forma os ímpios reconheceram-se no inferno].


A PRIMEIRA PROVA

A primeira passagem encontra-se no evangelho segundo Mateus que diz:

“Mas eu vos digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente e assentar-se-ão à mesa com Abraão, Isaque, e Jacó, no reino dos céus”. (Mt. 8:11-ARC)

[Esses fatos (tomar suco de uva e sentar-se à mesa com Abraão, Isaque e Jacó) ensinam que no Céu iremos nos alimentar – evidência clara de que seremos seres reais e sociais.]

Ora, nós não conhecemos os três patriarcas descritos no texto, mas provavelmente, os reconheceremos por meio de uma revelação especial, que, segundo acredito, ser-nos-á concedida para que possamos reconhecê-los no céu, [e com certeza por que seus nomes serão citados no Livro da Vida, citados no próprio céu, pelo próprio Jesus.]

[No céu, não nos  esqueceremos de quem somos ou fomos na terra e quem são nossos familiares queridos. Não sofreremos nenhuma espécie de “lavagem cerebral].


A SEGUNDA PROVA


A segunda passagem encontra-se, também, em Mateus, no episódio da transfiguração onde lemos:

“Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte. E transfigurou-se diante deles, e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes tornaram brancas como a luz.

E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: “Senhor, bom estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e um para Elias ”. (Mt 17:1-4).


Como Pedro, nessa visão que teve (Mt. 17:9), sabia que se tratava de Moisés e Elias? Existem apenas duas possibilidades: 

a) Jesus, no dialogo que teve com os dois personagens pronunciou os seus nomes. Mas vale lembrar que isso é uma conjectura, uma possibilidade e não uma afirmação das Escrituras; 

b) houve uma revelação especial visto que Pedro não os conhecia e a distância entre Pedro e Moisés, principalmente, era de mais de mil e quatrocentos anos. 

Mas o mesmo Cristo que lhe concedeu a visão poderia muito bem lhe dar a revelação de quem era os personagens com os quais estava falando.


A TERCEIRA PROVA

A terceira prova de que nós, os salvos, nos reconheceremos nos céus fundamenta-se no fato de que na passagem - e não parábola - do Rico e Lázaro, o rico, mesmo estando em tormentos no inferno(Hades), teve uma visão dos céus, e reconheceu a Lázaro no seio de Abraão, isto é, no Paraíso, no lugar de intimidade. (Lc 16:19-31; 2Co 12:1-4).


Essa prova para mim é bastante convincente pelo fato de não se tratar de um salvo reconhecendo o outro no céu, mas de um ímpio, perdido e atormentado, no inferno, reconhecendo um salvo que estava no céu, no seio de Abraão, no Paraíso. (2Co 12:1-4)


A QUARTA PROVA

A quarta prova é bastante plausível, pois é atestada no fato dos discípulos terem reconhecido a Jesus após a sua ressureição. Mesmo que eles tenham demorado um pouco, talvez por conta das últimas imagens que eles tiveram de Jesus, no Getsêmani, onde ele, provavelmente, estivesse bem diferente por causa da dilatação de vasos que tivera enquanto orava (Lc 22:44) e logo depois, quando sofreu a tortura do flagelo romano, e pela crucificação ou mesmo por causa do corpo da ressurreição, isto é, corpo glorificado. [Evidente que a fisionomia de Jesus antes da crucificação, também deve ser levada em conta, pois foi lembrada pelos discípulos, a final de contas foram 3 anos e meio vivendo o ministério com Jesus.]

Quando Jesus ressuscitou mostrou aos discípulos as mãos e os pés, para eles verem que o Salvador era de carne e ossos, que era Ele mesmo.


A QUINTA PROVA


A quinta prova consiste no fato de que Estêvão reconheceu Jesus à direita de Deus:

“mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos ao céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus (At 7:55)

Poderíamos ainda aduzir os seguintes argumentos:

a) Eu creio que as nossas boas lembranças não serão destruídas;

b) Estaremos num estado de perfeição; na nossa plena capacidade mental e espiritual;

c) Seremos ressuscitados com o mesmo corpo, nossa aparência, não mudará, no entanto ressuscitaremos em corpos glorificados, teremos um corpo de glória, incorruptível (1ª Co. 15).


A SEXTA PROVA

Diz a Bíblia:

"E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro".

Apocalipse 21:14


Como não vamos nos reconhecer uns aos outros diante de um texto como esse onde diz que no céu veremos os nomes dos doze apóstolos de Jesus e que estarão lá, assim como Moisés, Samuel, Davi, Daniel, e tantos outros servos de Deus. 

 

A SÉTIMA PROVA

O último capítulo da Bíblia diz:

"E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.
E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome."

Apocalipse 22:3,4


Ou seja, nome fala de identidade, de ser real e que se relaciona com outem. Seres sociais que viverão em plena e perfeita comunhão e união comemorando a vitória de estar sempre na presença do Rei dos reis e Senhor dos senhores.


CONCLUSÃO

"E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.

E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas".

Apocalipse 21:3,4


À luz dessas explicações podemos dizer QUE SIM,  que nós, os salvos, entes queridos nos reconheceremos lá no céu, [não podendo afirmar com certeza de como será esse relacionamento, nem explicar com exatidão se o laço afetivo idêntico que nos unia aqui na terra, será de igual forma. Mas segundo as evidências mostradas nestes artigo, os salvos e entes queridos com certeza se reconhecerão no céu, de uma forma especial, a qual esse blog não sabe explicar com exatidão de como será no céu esse relacionamento.]


[Essa é uma das esperanças dos filhos de Deus. Davi disse que reencontraria seu filho após a morte.]


["E disse ele: Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: Quem sabe se DEUS se compadecerá de mim, e viverá a criança?
Porém, agora que está morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim".]

2º Samuel 12:22,23


Não sabemos explicar com exatidão como será esse relacionamento e como será o nível desse relacionamento com nossos entes queridos no céu, mas Deus que é sábio, já preparou tudo isso, por que não criou meros robôs, ou seres alienados.

O Reino de Deus é um reino dinâmico e social. Deus é um Deus de relacionamento com seus filhos. 

Será uma nova dimensão, com um novo propósito e os sofrimentos não mais existirão. 


NOTA 1: COLCHETES SÃO MEUS.

NOTA 2 :  Todos os direitos reservados ao autor do referido artigo, Pr. Elias Soares de Moraes, extraído de sua obra: "Perguntas difíceis de responder"  - Pergunta 54- Nós, os salvos, nos reconheceremos nos céus?, pág. 278.

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"...sabendo que fui posto para a defesa do evangelho"

Filipenses 1:17

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

JESUS NÃO É ONISCIENTE EM RELAÇÃO À DEUS PAI ?

 A QUESTÃO DA ONISCIÊNCIA DE JESUS!


Divulgação: Blog do Zé Freitas 


"De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,

Mas ESVAZIOU-SE a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

(Filipenses 2:5-8)


Quando Jesus estava na Terra durante o seu ministério terreno Ele não apegou-se às prerrogativas da divindade para vencer o diabo, o pecado e o mundo, mas aniquilou-se a si mesmo, fazendo-se semelhante aos homens, e venceu como HOMEM E NÃO COMO DEUS.(Fl. 2.5-8). 


Como homem, Ele tinha SIM, uma certa limitação pelo tempo e pelo espaço e portanto, foi submisso ao Pai durante seu ministério.


Essa é uma das razões dele ter dito em João 14.28; que "O Pai é maior do que eu”.


Porém, assim como é pecado negar a humanidade de Cristo (1a João 4.2-3; e 2a João 7), da mesma forma é PECADO negar a sua divindade, pois Jesus é tanto humano como divino. 


Como homem, Jesus sentia as dores do ser humano; e como Deus hoje supre a necessidade da humanidade.


Em Mateus 24:36, e em Marcos 13.32, Jesus diz que não sabia o dia da sua volta, no entanto Jesus não quer dizer que não saiba o dia da sua vinda, ou que não seja ONISCIENTE.


JESUS, não sabia ali, pois estava como homem. O que é necessário entender é que por ocasião da encarnação Jesus se esvaziou de si mesmo.

Não da sua DIVINDADE, mas das suas prerrogativas. Jesus esvaziou-se do seu poder e do seu conhecimento, é essa a mensagem do capítulo dois de Filipenses. 


Jesus renunciou a essas prerrogativas para ser o perfeito homem, sem contudo deixar de ser Deus. 


A questão da humanidade de Jesus nos revela que Jesus foi revestido do corpo humano porque assim como o PECADO entrou por um homem no mundo, pela justiça de Deus tinha que ser vencido por um homem. 


Jesus se fez carne, se fez homem,  sujeito ao pecado, embora nunca houvesse pecado, e venceu o pecado como homem.


A humanidade de Cristo, ou seja, esta subordinação ao Pai dirigida pelo Espirito Santo, foi uma das CONDIÇÕES para o seu MESSIADO e isso não neutraliza a sua divindade.


Jesus tornou-se homem e submeteu-se ao Pai durante todo o tempo da sua vida terrena.


Quando o Pr. calvinista Marcos Granconato, usou o texto de Atos: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At.1.7), não significa que Jesus não sabia responder a indagação feita pelos discípulos ou que não tenha ciência dos planos e da mente de Deus Pai. 


Em nenhum momento, o texto diz que Jesus não sabia, Ele simplesmente não respondeu pra eles, que não pertencia NAQUELA HORA eles saberem os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Isso prova que Jesus não era Onisciente ? 

Nenhum exegeta honesto no mundo, com base neste texto poderá afirmar categoricamente e biblicamente que Jesus não era Onisciente em relação à mente de Deus Pai e/ou que Deus Pai tenha algo guardado apenas para si. Jesus já tinha ressuscitado e naquele momento era assunto aos céus.


HOJE JESUS SABE TODAS AS COISAS, bem como sabe o dia da sua vinda, pois ele retomou todas as suas prerrogativas divinas na sua glorificação (Fp 2.8-11).


Quando Jesus ressucitou Ele não disse que não sabia o dia da sua vinda, mas disse:  “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18).


Como dito, Jesus por ocasião de seu ministério terreno se esvaziou de algumas prerrogativas da sua divindade, mas não da sua DIVINDADE. Isso foi uma das condições para o seu messiado.


É portanto saber entender com clareza o propósito da encarnação de Jesus e as condições para o cumprimento do seu messiado e não torcer as Escrituras afirmando que Jesus não é ONISCIENTE EM RELAÇÃO A MENTE DE DEUS, MAS SOMENTE À MENTE DO HOMEM, como sugeriu o Pr. Calvinista.


Basta ler o credo sobre a Trindade que essa suposta "hierarquia" foi inventada pelas Seitas e falsos doutores, percebendo assim o engodo de suas palavras.


O texto do Credo Niceno ou de Atanásio diz o seguinte:


“Adoramos um Deus em Trindade, e trindade em unidade. Não confundimos as Pessoas, nem separamos a

substância. Pois a pessoa do Pai é uma, a do Filho outra, e a do Espirito Santo, outra. Mas no Pai, no Filho e no Espirito Santo há uma divindade, GLÓRIA IGUAL e majestade coeterna. 


Tal qual é o Pai, o mesmo são o

Filho e o Espirito Santo. O Pai é incriado, o Filho incriado, o Espirito Santo incriado. O Pai é imensurável o Filho é imensurável o Espirito Santo é imensurável.


O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é etemo. E, não obstante, não há três eternos, mas UM etemo. 


Da mesma forma não há três (seres) incriados, nem três imensuráveis, mas um incriado e um imensurável.


Da mesma maneira o Pai é onipotente. No entanto, não há três seres onipotentes, mas sim, um Onipotente. Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus, e o Espírito Santo é Deus. 


No entanto, não são três Deuses, mas UM Deus. Assim o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, e o Espirito Santo é Senhor.


Todavia não há três Senhores, mas UM Senhor. Assim como a veracidade cristã nos obriga a confessar CADA PESSOA INDIVIDUALMENTE COMO SENDO DEUS e Senhor, assim também ficamos privados de dizer que haja três Deuses ou Senhores. 


O Pai não foi feito de coisa alguma nem criado, nem gerado. O Filho procede do Pai somente não foi feito, nem criado,

mas GERADO. 

O Espirito Santo procede do Pai e do Filho, não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procedente.


Há, portanto, um Pai não três Pais; um Filho, não três Filhos; um Espirito Santo, não três Espíritos Santos. E nesta TRINDADE NÃO EXISTE PRIMEIRO NEM ÚLTIMO; MAIOR OU MENOR. 


Mas as três Pessoas são coeternas, são IGUAIS entre si mesmas; de sorte que por meio de todas, como acima foi dito, tanto a unidade na trindade como a trindade na unidade devem ser adoradas’’. 


Ou seja, o que o Pr. Marcos Granconato  fez, foi uma salada de ministérios, obra e encarnação do Verbo, os propósitos e condições para o Messiado de Cristo, com os mistérios da Trindade. Tanto que na sua mensagem, ele disse que ir ter gente que ia sair dali confuso. [ Isso é Calvinismo].


Faltou para o Pr. Granconato estudar um pouco mais sobre a UNIÃO HIPOSTÁTICA DE CRISTO, e sobre a Trindade.


Colaboração: "Como responder as Testemunhas de Jeová" por Esequias Soares



"...sabendo que fui posto para a defesa do Evangelho".

(Filipenses 1:17)

domingo, 31 de outubro de 2021

ARMÍNIO ELOGIOU CALVINO ?

O que dizer do elogio de Armínio à Calvino tão usado por calvinistas nas redes sociais? Seria Armínio calvinista por causa desta citação? Ou na verdade falta contexto no texto usado por calvinistas? 



Vamos à citação feita pelos calvinistas.


"Eu os aconselho a ler os comentários de Calvino, a quem confiro maior louvor do que Helmichius [um teólogo holandês (1551-1608)] jamais fez, como ele próprio me confessou. Pois eu digo a eles, que seus comentários devem ser mantidos em maior estima, do que tudo que nos é entregue nos escritos dos Pais Cristãos Antigos: De forma que, em um certo eminente Espírito de Profecia, dou a proeminência para ele além da maioria dos outros, de fato além de todos eles."


Vamos primeiro à citação COMPLETA e não RECORTADA, no idioma inglês:


"After the Holy Scriptures, I exhort the students to read the Commentaries of Calvin. . . . I tell them that he is incomparable in the interpretation of Scripture; and that his Commentaries ought to be held in greater estimation than all that is delivered to us in the writings of the ancient Christian Fathers: so that, in a certain eminent spirit of prophecy, I give the preeminence to him beyond most others, indeed beyond them all. I add that, with regard to what belongs to common places, his Institutes must be read after the Catechism, as a more ample interpretation. But to all this I subjoin the remark, that they must be perused with cautious choice, like all other human compositions."


Essa porção em inglês é o trecho completo da parte onde Armínio faz referência aos escritos de Calvino. 


Percebam que a frase citada por calvinistas foi recortada, pois a parte em que Armínio manda ter cuidado foi arrancada. Minha pergunta é: por que excluir o restante da frase? 

Qual a intenção da pessoa que exclui essa parte da citação que não seja conferir um peso, uma autoridade e uma infalibilidade aos escritos de Calvino? 


Muitos blogs calvinistas usam a mesma frase RECORTADA, agindo de forma desonesta, afim de tentar provar que o maior expoente do Arminianismo incentivou a leitura de Calvino, ou que era calvinista.


A tradução da parte da citação que foi excluída é esta:


“Eu acrescento que, em relação ao que pertence aos lugares comuns, suas Institutas devem ser lidas após o Catecismo, como uma interpretação mais ampla. Mas em tudo isso eu acrescento a observação que eles [os Comentários e as Institutas] devem ser examinados com escolha cuidadosa [prudente], assim como todos os outros escritos de homens”.

 

Vejamos a citação dessa frase feita em Jacob Arminus: Theologian of Grace, p. 43-44: 

“Entre os autores reformados, Armínio também possuía muitos livros de seu ex-professor Theodore Beza, assim como livros de Franciscus Junius e Heinrich Bullinger. Mas o número de livros de Calvino era superior a todos estes. Em uma carta de 1607, Armínio nega a acusação de que ele recomenda a seus alunos que leiam os jesuítas em vez de lerem os autores reformados. 

Antes, ele reivindica que indica os comentários de Calvino acima de todas as outras obras sobre a Bíblia, pois elas contêm um “certo espírito de profecia”. 

Além disso, as Institutas da Religião Cristã de Calvino deveriam ser lidas após o Catecismo (de Heildeberg) como uma explicação mais plena dela. Ele então acrescenta que todas as obras de Calvino, assim como todas as obras humanas, devem ser lidas com cautela. 

Armínio é ambivalente em seu endosso de Calvino. Seu respeito pelos comentários de Calvino está claro. Ao mesmo tempo, embora ele recomende as Institutas, ele não reivindica concordância total com todo seu conteúdo, mas apenas recomenda o livro especificamente como um suplemento para o catecismo” (p. 43-44).


Eu partilho da mesma opinião dos autores do livro de que o endosso de Armínio a aos comentários de Calvino está claro e mostra “respeito”, (e eu não quero fazer desse “respeito”  - nas palavras dos autores acima - uma espécie de prova de calvinismo) mas que ao mesmo tempo, o endosso de Armínio é ambivalente, mas essa ideia de ambivalência só pode ser obtida a partir das ressalvas feitas por Armínio na citação, mas o que acontece é que, na maioria das vezes, essas ressalvas não aparecem, assim como não apareceu em nosso diálogo.


Minha orientação é usar essse artigo quando calvinistas usarem a citação de elogio de Arminio à Calvino. 


E todos àqueles que quiserem saber o posicionamento teológico de Armínio sobre as doutrinas soteriológicas esboçadas por Calvino, leiam,  As Obras de Armínio NA ÍNTEGRA, para ver em suas centenas de páginas as muitas REFUTAÇÕES feitas pelo teólogo da Holanda, aos posicionamentos principais: predestinação fatalista, supralapsarianismo, graça irresistível, eleição incondicional, etc. Armínio não poupou críticas a Calvino e aos 'calvinistas' de seu tempo".


Ou seja, a desonestidade intelectual e histórica de calvinistas não tem limites.


Extraído do site: Em defesa da Graça 


"...sabendo que fui posto para a defesa do evangelho".

(Filipenses 1:17)


domingo, 24 de outubro de 2021

LISTA DE TEÓLOGOS ARMINIANOS

 Lista de Teólogos Arminianos 


A

A. Philip Brown II

Aaron Merritt Hills (1848-1935)

Aaron Sherwood

Abel Stevens (1815-1897)

Abraão de Almeida (1939-)

Adam Clarke (1762-1832)

Adam Harwood

Adrian Pierce Rogers [Adrian Rogers] (1931-2005)

Adrio König

Aiden Wilson Tozer [A. W. Tozer] (1897-1963)

Ajith Fernando

Albert Cook Outler [Albert C. Outler] (1908-1989)

Albert Cornelius Knudson (1873-1953)

Albert Nash (1812–1900)

Albert Taylor Bledsoe (1809-1877)

Alexander Campbell

Alexander Duncan Reily (1924-2004)

Alexandre Coelho

Alfred Cookman (1828-1871)

Alfred Raymond George [A. Raymond George] (1912-1998)

Altair Germano

Alva Bee Langston (1878-1965)

Alvin Carl Plantinga [Alvin Plantinga] (1932-)

Amos R. Binney (1802-1878)

Andrew Wommack

Anthony Chadwick Thornhill

Antonio Gilberto

Archibald Thomas Robertson [A. T. Robertson] (1863-1934)

Arthur Samuel Peake (1865-1929)

Arthur Skevington Wood

Asa Shinn (1781-1853)

Austin Fischer


B  

B. J. Oropeza

B. T. Roberts (1823-1893)

Balthasar Hubmaier (1480-1528)

Barton W. Johnson [B. W. Johnson] (1833-1894)

Barton Warren Stone (1772-1844)

Ben Witherington III (1951-)

Benjamin Field (1827-1869)

Bernhard Johnson Jr. (1931-1995)

Bert B. Dominy

Beverly Francis Carradine (1848-1931)

Bill T. Arnold

Bradford P. Raymond (1846-1916)

Brenda B. Colijn

Brian J. Abasciano

Brian Zahnd

Bruce A. Little

Bruce L. Shelley

Bruce R. Reichenbach


C

C. Gordon Olson

C. Stephen Evans (1948-)

Carl O. Bangs (1922-2002)

Carlos Augusto Vailatti

Carlos Kleber Maia [Kleber Maia]

Caspar Brandt (1653-1696)

César Moisés de Carvalho

Charles A. Thigpen

Charles Butler (1750-1832)

Charles Edward White

Charles Ewing Brown (1883-1971)

Charles Gutenson [Chuck Gutenson]

Charles Jerry Vines [Jerry Vines] (1937-)

Charles John Ellicott [C. J. Ellicott] (1819-1905)

Charles M. Cameron

Charles W. Carter

Charles Wesley (1707-1788)

Christopher C. Chapman

Christopher Potter

Chuck Smith

Ciro Sanches Zibordi

Clarence L. Bence

Claudionor de Andrade

Clive Staples Lewis [C. S. Lewis] (1898-1963)

Conrad Vorstius [Konrad von dem Vorst] (1569-1622)

Craig L. Adams

Craig L. Blomberg

Craig S. Keener


D

Dale Moody (1915-1992)

Dallas Willard (1935-2013)

Daniel B. Pecota

Daniel Berg (1884-1963)

Daniel Denison Whedon (1808-1885)

Daniel Lowell Akin [Danny Akin] (1957-)

Daniel Steele (1824-1914)

David A. deSilva

David Baker

David Charles Haddon Hunt [Dave Hunt] (1926-2013)

David Harold Stern [David H. Stern] (1935-)

David John Alfred Clines [David J. A. Clines] (1938-)

David Lewis Allen

David Pawson (1930-)

David W. Bercot (1950-)

David Wilkerson (1931-2011)

Dennis F. Kinlaw (1922-)

Derek Prince

Dewey M. Mulholland

Donald A. D. Thorsen

Donald C. Stamps

Donald G. Bloesch (1928-2010)

Donald M. Lake

Donald W. Dayton

Douglas Baptista

Douglas K. Stuart [Doug Stuart]

Dwight L. Moody (1837-1899)


E

Earl C. Wolf

Ed Parish Sanders [E. P. Sanders] (1937-)

Edson de Faria Francisco

Edward Bird

Edward Earl Joiner [Eduardo Joiner]

Edward J. Mullins

Edward McKendree Bounds [E. M. Bounds] (1835-1913)

Elias Soares

Elienai Cabral

Elinaldo Renovato de Lima

Elmer Ellsworth Shelhamer (1869-1947)

Elmer L. Towns

Enéas Tognini

Ergun Michael Caner [Ergun Caner] (1966-)

Eric Hankins

Ernest Gordon Rupp (1910-1986)

Ernest S. Williams (1885-1981)

Esdras Costa Bentho

Esequias Soares

Étienne de Courcelles (lat: Stephanus Curcellaeus) (1586-1659)

Eugene E. Carpenter

Everett Lewis Cattell (1905-1981)


F

F. Leroy Forlines

F. Stuart Clarke

Fisher Humphreys

Francis Asbury (1745-1816)

Francis Hodgson (1805-1877)

Frank Baker (1910-1999)

Frank S. Page

Frank Turek

Franz Delitzsch (1813-1890)

Fred Sanders

Frederic Louis Godet (1812-1900)

Frederick Brotherton Meyer [F. B. Meyer] (1847-1929)

French L. Arrington

Fritz Guy (1930-)


G

Gareth Lee Cockerill

Gary B. McGee

Gary Habermas (1950-)

Gene L. Green

Geoffrey F. Nuttall

George Campbell Morgan (1863-1945)

George Eldon Ladd (1911-1982)

George L. Bryson

George Lyons

George Mitrovich

George Pretyman Tomline (1750-1827)

George Washington Northurp (1825-1900)

Gerald O. McCulloh

Gilbert G. Bilezikian

Gilmar Santos

Glen Shellrude

Gordon C. I. Wong

Gordon Donald Fee [Gordon Fee] (1934-)

Grant R. Osborne

Greg Laurie

Gunnar Vingren (1879-1933)

Günther H. Juncker

Guy P. Duffield


H

H.Ray Dunning (1926-)

H. V. Miller

Halford E. Luccok (1885-1961)

Hendrik Hanegraaff [Hank Hanegraaff] (1950-)

Henry Clarence Thiessen

Henry Clay Sheldon (1820-1877)

Henry Hammond (1605-1660)

Henry Orton Wiley [H. Orton Wiley] (1877–1961)

Henry Philip Tappan (1805-1881)

Henry T. Blackaby

Henry Wheeler Robinson (1872-1945)

Herbert B. McGonigle

Herman Nicolaas Ridderbos [Herman Ridderbos] (1909-2007)

Herschel Harold Hobbs [Herschel Hobbs] (1907-1995)

Howard A. Snyder

Hugo Grotius (1583-1645)


I

I. Howard Marshall (1934-)

Israel Belo de Azevedo (1952-)

Ivan de Oliveira Silva


J

J. D. Walt

J. Gregory Crofford

J. Matthew Pinson

J. Rodman Willians (1918-2008)

J. Steven Harper [Steven Harper]

J. Vernon McGee

Jabez Bunting (1779-1858)

Jack Hayford

Jack W. Cottrell

James Arminius (1560-1609)

James Burton Coffman (1905-2006)

James D. G. Dunn (1939-)

James Dean Strauss [James D. Strauss] (1929-2014)

James Hope Moulton (1863-1917)

James K. Beilby

James Leo Garrett, Jr. (1925-)

James Luther Adams

James M. Leonard

James Morison (1816-1893)

James Nichols (1785-1861)

James Porter Moreland [J. P. Moreland] (1948-)

James Richard Joy

James Strong (1822-1894)

Jean Le Clerc (1657-1736)

Jeremy A. Evans

Jeremy Taylor (1613-1667)

Jerry L. Walls

Jesse Lyman Hurlbut (1843-1930)

Joannes Tideman

Joel B. Green

Johan van Oldenbarnevelt (1547-1619)

Johann Friedrich Karl Keil [Carl Friedrich Keil] (1807-1888)

Johann Jakob Wettstein (1693-1754)

Johannes Wtenbogaert (1557-1644)

John Carson Lennox [John C. Lennox] (1945-)

John D. Wagner

John Dickins (1746-1798)

John F. Mason

John F. Parkinson

John Goodwin (1594-1665)

John Griffith

John Hales (1584-1656)

John Mark Hicks

John McClintock (1814-1870)

John Miley (1813-1895)

John Milton (1608-1674)

John Norman Davidson Kelly [J. N. D. Kelly] (1909-1997)

John Oswalt

John Overall (1559-1619)

John Plaifere

John Shaw Banks (1835-1917)

John Smyth (1570-1612)

John Telford

John Wesley (1703-1791)

John Wesley Adams

John William de la Fléchère [John Fletcher] (1729-1785)

John William McGarvey [J. W. McGarvey] (1829-1911)

Jonathan Andersen

Jonathan R. Wilson

Jonathan Weaver (1824-1901)

Jorge Pinheiro dos Santos

Josué Gonçalves

José Ildo Swartele de Mello [Ildo Mello]

Joseph Agar Beet (1840-1924)

Joseph Benson (1749-1821)

Joseph Kenneth Grider [J. Kenneth Grider] (1921-2006)

Joseph R. Dongell

Joseph S. Wang

Joseph Sutcliffe (1762-1856)

Josh McDowell

Joshua Ratliff

Justo L. Gonzalez (1937-)


K

Keith D. Stanglin

Kenneth D. Keathley

Kenneth Eagleton

Kenneth J. Collins

Kevin Kennedy

Kevin Timpe

Klyne R. Snodgrass


L

L. Paige Patterson [Paige Patterson] (1942-)

Lancelot Andrewes (1555-1626)

Lars Eric Bergstén [Eurico Bergstén] (1913-1999)

Laurence M. Vance

Laurence Womock [Lawrence Womach/Womack, Daniel Tilenus/Tilenius (pseud.)] (1563-1633)

Lee Strobel (1952-)

Leighton C. Flowers

Leo George Cox (1912-1997)

Leonard Ravenhill (1907-1994)

Leroy Madison Lee (1808-1882)

Leslie D. Wilcox (-1991)

Louis Chéron

Louis Ruggiero [Lou Rugg]

Lourenço Stelio Rega (1953-)

Luke L. Keefer Jr. (1940-2010)

Luís Henrique S. Silva

Luther Lee (1800-1889)

Lucas Banzolli 


M

Magno Paganelli

Malcolm B. Yarnell III

Manfred Marquardt

Marion Boyd Stokes [Mack B. Stokes] (1911-2012)

Mark A. Ellis

Markus Barth (1915-1994)

Marvin Richardson Vincent [Marvin R. Vincent] (1834-1922)

Matthew P. O'Reilly

Max Lucado (1955-)

Melvin E. Dieter

Menno Simons (1496-1561)

Michael Cox

Michael D. Robinson

Michael Green

Michael J. Gorman [Mike Gorman]

Michael L. Brown (1955-)

Mildred Olive Bangs Wynkoop (1905-1997)

Miner Raymond

Moses Lowman (1680-1752)

Myer Pearlman


N

Napoleão Falcão 

Natanael Rinaldi (1956 - 2016)

Nathan Bangs (1778-1862)

Nathanael Burwash (1839-1918)

Nathaniel M. Van Cleave

Nels Lawrence Olson [Lawrence Olson] (1910-1993)

Norman L. Geisler (1932-)


O

O. Glenn McKinley

Olin Alfred Curtis (1850-1918)

Orland Spencer Boyer [Orlando Boyer] (1893-1978)

Oswald Chambers (1874-1917)


P

Paul Copan (1962-)

Paul J. Achtemeier (1927-2013)

Paul R. Eddy

Paul T. Culbertson

Paulo Lockman

Paulo Rodrigues Romeiro [Paulo Romeiro]

Peter Baro (1534-1599)

Peter Cotterell

Peter Lumpkins

Peter van Inwagen (1942-)

Petrus Bertius (1565-1629)

Philip Melancthon (1497-1560)

Philip Pugh (1817-1871)

Philip Yancey (1949-)

Phineas F. Bresee (1838-1915)


Q


R

R. Alan Streett

R. Larry Shelton

Randal Rauser

Randall G. Basinger

Randolph Sinks Foster (1820-1903)

Randy L. Maddox (1953-)

Randy Sawyer

Ransom Dunn (1818-1900)

Ravi Zacharias (1946-)

Reuben Archer Torrey [R. A. Torrey] (1856-1928)

Richard B. Hays [Richard Hays] (1948-)

Richard C. H. Lenski (1864-1936)

Richard Cross

Richard D. Land (1946-)

Richard James Foster [Richard Foster, Richard J. Foster] (1942-)

Richard Shelly Taylor [Richard S. Taylor] (1912-2006)

Richard Watson (1781–1833)

Rick Patrick (1964-)

Robert E. Picirilli

Robert Eugene Chiles (1923-1992)

Robert Lee Shank (1918-2006)

Robert W. Burtner

Roger E. Olson (1952-)

Roger Thomas Forster [Roger T. Forster] (1933-)

Rombout Hogerbeets [Rombout Hoogerbeets] (1561-1625)

Ron F. Hale

Ronnie W. Rogers [Ronnie Rogers]

Rupert Eric Davies (1909-1994)

Russell Henry Stafford

Russell J. Veldman


S

Samuel Ashton Keen (1842-1895)

Samuel Chadwick (1860-1932)

Samuel Clarke (1675-1729)

Samuel Fisk

Samuel Loveday

Samuel Wakefield (1799-1895)

Scot McKnight

Severino Pedro da Silva

Silas Daniel

Simon Episcopius (1583-1643)

Simon Patrick (1626-1707)

Stanley J. Grenz (1950-2005)

Stanley M. Hauerwas (1940-)

Stanley M. Horton (1916-2014)

Stephen M. Ashby

Stephen Solomon White (1890-1971)

Steve Hill (1954-2014)

Steve Seamands

Steve W. Lemke

Steve Witski

Steven L. Hitchcock

Steven T. Kimbrough, Jr.


T

Tassos Lycurgo

Terry L. Miethe

Thiago Velozo Titillo

Thomas Benjamin Neely (1841-1925)

Thomas C. Oden (1931-)

Thomas Coke (1747-1814)

Thomas Dove (1555-1630)

Thomas Erskine (1788-1870)

Thomas Goad (1576-1638)

Thomas Grantham (1634-1692)

Thomas H. McCall

Thomas Helwys (1550-1616)

Thomas Jackson (1783-1873)

Thomas N. Finger

Thomas Neely Ralston (1806-1891)

Thomas Olivers (1725–1799)

Thomas Osmond Summers (1812–1882)

Thomas Taylor (1738-1816)

Timothy Craig Tennent [Timothy C. Tennent] (1959-)

Timothy Merrit (1775-1845)

Tony Marshall Anderson (1888-1979)

Tremper Longman III


U

Umphrey Lee (1893-1958)


V

V. Paul Marston

Valmir Nascimento Milomem Santos

Vance Havner (1901-1986)

Vernon Carl Grounds [Vernon C. Grounds] (1914-2010)

Vic Reasoner

Vincent Taylor (1887-1968)

Vinicius Couto


W

W. A. Criswell (1909-2002)

W. Brian Shelton

W. E. Vine

W. Jackson Watts [Jackson Watts]

W. Stephen Gunter

Wagner Gaby

Walter Brunelli

Walter Klaiber (1940-)

Walter Sellon

Walter Thomas Conner (1877-1952)

Watchman Nee (1903-1972)

Wayne Cordeiro

Wellington Carvalho Mariano

Wesley Duewel

Westlake Taylor Purkiser [W. T. Purkiser] (1910-1992)

Wilbur Fisk (1792-1839)

Willard Francis Mallalieu (1828-1911)

William Arie den Boer [William den Boer] (1977-)

William Arthur (1819-1901)

William Ashley Sunday [Billy Sunday] (1862-1935)

William Baxter Godbey (1833-1920)

William Burt Pope (1822–1903)

William Fairfield Warren (1833-1929)

William Franklin Graham Jr [Billy Graham] (1918-)

William G. MacDonald

William Gene Witt

William H. Browning (1805-1873)

William Henry Willimon (1946-)

William Hull

William J. Abraham (1947-)

William Joseph Seymour (1870-1922)

William Ketcham Anderson (1888-1947)

William Lane Craig (1949-)

William Laud (1573-1645)

William Lowth (1660-1732)

William Marvin Greathouse [William M. Greathouse] (1919-2011)

William McDonald (1820-1901)

William North Rice (1845-1928)

William Ragsdale Cannon (1916-1997)

William S. Deal

William Sanday (1843-1920)

William Taylor (1821-1902)

William W. Klein

William W. Menzies [Bill Menzies] (1931-2011)

Wilson Thomas Hogue (1852-1920)


X

Y

Z


Zacarias de Aguiar Severa

Zaida Maldonado Pérez

Zwinglio Rodrigues